Ransomwares, os novos vilões da internet

Novos Vilões

Nas últimas décadas, os softwares criados para invadir sistemas e computadores, conhecidos como malwares, despertavam a atenção apenas pelas eventuais dores-de-cabeça que causavam até sua definitiva eliminação. As equipes de TI das empresas já tinham um modus operandi definido para agir caso fossem alvo desses ataques. Entretanto, os ataques cibercriminosos se desenvolveram muito nos últimos anos, vitimizando empresas que não estavam preparadas para eles. E o prejuízo, muitas vezes, é incalculável.

Ransomware (ou cripto-vírus) é um tipo de malware que sequestra arquivos e dados e os transforma em mensagens criptografadas. Para decodificá-las, é necessária uma senha, liberada apenas mediante pagamento de grandes quantias em dinheiro. Esse tipo de extorsão virtual pode atingir qualquer pessoa com acesso à internet, mas é nas empresas que existe o grande temor. Os valores pedidos são exorbitantes.

O WannaCry abalou o mundo nas últimas semanas, depois que mais de 200 mil máquinas foram afetadas em 150 países. O ransomware sequestrou os dados e os cibercriminosos exigiram pagamentos para liberá-los.

Como um Ransomware ataca

Assim como a maioria dos malwares, existem diversas formas pelas quais um vírus criptor pode invadir um computador e outros dispositivos. As duas mais comuns são:

• Phishing spam: a vítima recebe um e-mail com um arquivo infectado em anexo, ou ainda um link que leva a um site de phishing.

• Water holing: uma simples visita a um site popular entre funcionários de uma certa área – como um fórum de discussão sobre negócios para contadores – pode resultar no dispositivo do colaborador infectado.

Estima-se que depois de atacada, a vítima tem entre 48 e 72 horas para transferir o montante pedido. Caso o pagamento não seja feito no prazo determinado, a quantia dobra de valor. De acordo com uma pesquisa da University de Kent, na Inglaterra, mais de 40% das vítimas de ransomwares acabam pagando o resgate.

No entanto, mesmo o pedido seja atendido, não existe a garantia de que os dados serão desbloqueados. Alguns criptors contém bugs que podem resultar em mau funcionamento, por isso a descodificação falha. Em outros casos, o criminoso pode simplesmente exigir dinheiro da vítima sem sequer ter tido a intenção de desencriptar os arquivos.

O que um Ransomware ataca

• PCs

• Computadores Mac

• Tablets e smartphones Android

• Infraestrutura Virtual de desktops (VDI)

Se o dispositivo atacado estiver conectado a um drive de rede – que permite compartilhar arquivos corporativos – esses documentos também devem ser codificados, independentemente do sistema operacional no servidor dos arquivos.

Como em quase tudo na vida, as pessoas recorrem a buscas na internet para resolverem problemas como esse. E, muitas vezes, o problema só aumenta. Existem diversos golpes travestidos de soluções, que acabam tomando ainda mais dinheiro da vítima. Outro erro frequente é confiar em links que prometem proteção, mas que acabam baixando outros malwares na rede da vítima, potencializando os danos.

É preciso se precaver para evitar problemas e não se desesperar caso seja vítima. Segundo Andrey Pozhogin, expert em cibersegurança da Kaspersky Lab, “cibercriminosos estão se tornando mais habilidosos no desenvolvimento de ransomwares passíveis de operar sem serem notados”.

Algumas recomendações para que as empresas se protejam dos ataques:

• Instruir usuários das redes da empresa

• Fazer backups regulares

• Proteger dispositivos e sistemas

• Instalar e manter um software de segurança

Pozhogin, da Kaspersky Lab, indica o Kaspersky Endpoint Security for Business, produto da multinacional líder em segurança digital, que oferece segurança multicamadas e defende as empresas contra ameaças conhecidas, desconhecidas e avançadas – inclusive ransomwares. “Nossa solução possui técnicas proativas, heurísticas e comportamentais, bem como tecnologias com suporte por nuvem – para uma resposta extremamente rápida a novas ameaças”, afirma o executivo.

Troca privada de dados entre empresas deve superar a internet

Troca de Dados

A troca privada de dados entre empresas está superando a internet pública e deve atingir uma taxa de crescimento cerca de duas vezes maior, alcançando um volume cerca de seis vezes superior ao tráfego IP global, até 2020, de acordo com o Global Interconnection Index. O novo estudo de mercado, compilado pela Equinix, analisa globalmente os perfis de milhares de participantes de ecossistemas de colocation (espaço físico e infraestrutura de data center) em todo o mundo.

De acordo com o relatório, a velocidade de interconexão deverá crescer a taxa média de crescimento composto anual (CAGR, na sigla em inglês) de 45% e alcançar 5.000 terabits por segundo (Tbps) até 2020, superando o tráfego IP global em crescimento (24%) e volume (855 Tbps). Também está crescendo mais rapidamente do que o tráfego Multiprotocol Label Switching (MPLS), o modelo usual de conectividade de negócios, por um fator de dez vezes (45% versus 4%).

Ainda segundo o Global Interconnection Index, a América Latina deve atingir 626 Tbps de capacidade instalada, alcançando 13% da capacidade de interconexão global em três anos, mais que a metade da velocidade de interconexão da Ásia, que é uma região extremamente populosa.

A região é a que apresenta menor velocidade de interconexão, mas é a que está crescendo mais rapidamente em relação às outras partes do mundo. Isso se deve aos avanços apresentados pela construção de melhor infraestrutura (data centers, cabos submarinos), como também pelas mudanças políticas que têm tornado a região mais favorável aos negócios.

Espera-se que a América Latina seja a região de maior crescimento em termos de velocidade de interconexão, com cerca de 62% de CAGR até 2020. Estima-se também que todos os setores da indústria experimentem uma alta de dois dígitos (maior que 50%) da taxa média de crescimento composto anual, exceto telecomunicações, que começou em uma base alta. Projeta-se ainda que o setor de energia e serviços de utilidade pública lidere todos os segmentos, crescendo em torno de 21 vezes, de 2016 a 2020.

Outra projeção é a de que o setor financeiro (bancos e seguradoras) ultrapasse o setor de serviços de cloud e TI em alta velocidade de conexão, passando a responder por 27% da velocidade de interconexão na América Latina em 2020.

Tendências macroeconômicas e tecnológicas

O Global Interconnection Index também aponta as tendências macroeconômicas, tecnológicas e regulatórias que estão impactando o crescimento da interconexão. Uma delas é o uso da tecnologia digital, que cria a necessidade de apoio a interações em tempo real, que, por sua vez, exige mais velocidade de interconexão. De acordo com a Accenture, o uso da tecnologia digital deverá adicionar US$ 1,36 trilhão em ganho econômico nas dez principais economias do mundo até 2020.

Outro aspecto é a urbanização, que está transformando a demografia global e criando uma necessidade de proximidade dos serviços digitais concentrados em mercados estratégicos em todo o mundo. Estima-se que mais de 2 bilhões de pessoas migrem para grandes cidades até 2035, criando até 50 grandes polos estratégicos de mercados urbanos, os quais exigirão uma densa malha de interconexão.

Os riscos de segurança cibernética também devem expandir o consumo de interconexão, na medida em que as empresas optam pela troca privada de dados, a fim de contornar a internet pública e reduzir as ameaças digitais. Até 2020, estima-se que 60% dos negócios digitais terão passado por falhas relevantes no serviço, visto que as violações se difundem pelas plataformas digitais e físicas.

Há ainda o comércio global de serviços realizados digitalmente, que gera demanda para a interconexão. Os fluxos de trabalho digitais globais exigem uma malha abrangente de mercados estratégicos interconectados para atender à demanda. De acordo com a McKinsey, o comércio de serviços realizados digitalmente agora compreende 50% do total das exportações de serviços em escala global, com um aumento esperado de nove vezes até 2020.

“Algumas das maiores tendências tecnológicas do nosso tempo, incluindo mobilidade, cloud, social e explosão de dados estão produzindo uma verdadeira disruptura na escala de uma nova revolução industrial”, acredita Sara Baack, diretora de marketing da Equinix. “Adaptar-se a essa nova realidade tornou-se uma necessidade, e as empresas estão alcançando o sucesso através da adoção da interconexão, localizando sua infraestrutura de TI em proximidade imediata a um ecossistema de empresas que se agrupam para conectar fisicamente suas redes às de seus clientes e parceiros. A interconexão ajuda a promover a transformação digital, dando suporte ao consumo em escala de multicloud, melhorando a performance e a latência de rede, permitindo maior controle operacional e redução de riscos de segurança.

Fonte: Computerworld

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